
Aos poucos Múcio Mello quer reposicionar as sextas-feiras especiais do Oficina Club na noite brasiliense. Uma vez por mês, a noite se chama Sexta House e no último fim de semana levou Marçal e Aline Ribeiro para dividirem as pick-ups com o residente Marcelo Campos. A experiência foi legal.
Aline fez set curto, de uma hora, cheio de tribal hits com vocais – o que pode ter dificultado a DJ a se soltar mais e apostar em coisas menos óbvias. Maçal, bom de techno que só, tocou som mais pesadão e electro. Um achado que o Oficina acerta ao repetir vez ou outra.
Consolidado e firme nas quintas-feiras, o clube poderia virar, pelo menos nessas sextas-feiras especiais (e com DJs mulheres no line up), destino para o público de lésbicas, que vira e mexe reclama ao ParouTudo que faltam opções para elas em Brasília. É questão de saber explorar o filão. Nada de segregar. A oportunidade é para ampliar.
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