“Corrente russa”: a solução para
o abdômen travado

31.05.06 : : Dra. Luciana Gallo, do Instituto de Medicina & Estética

Muitos homens vêm ao meu consultório e me perguntam por que malham tanto e não conseguem ter um abdômen “sarado”. Minha resposta é simples: o homem tende a acumular gordura localizada na região abdominal, e esta gordura específica é mais difícil de perder. O problema é pergunta que fazem a seguir: “tenho que fazer uma lipo?”.

Infelizmente, hoje em dia as pessoas partem para a cirurgia antes de se beneficiarem de outros métodos, como por exemplo, a corrente russa associada à endermologia. Estes dois artifícios em conjunto, ocasionam excelentes resultados, com plena satisfação do cliente. Não são invasivos, o que, portanto, restringe suas contra-indicações, podendo ser aplicados em um grande número de pessoas desde que avaliadas previamente.

Mas afinal, o que é a Corrente Russa?

Trata-se de um método de estimulação muscular desenvolvido na Rússia para astronautas na década de 80. O objetivo da estimulação era manter ativos os músculos dos astronautas que estariam sem o efeito da gravidade. Os resultados foram excelentes, e logo foram usados pela fisioterapia estética e clínica.

Durante o trabalho muscular, ocorre um aumento no tamanho do músculo associado a uma lipólise (quebra de gordura) e a corrente russa parece favorecer este processo, especialmente quando associada à endermologia, que modela o corpo e também promove uma lipólise superficial.

Portanto, se você quiser ter um abdômen super “sarado”, lembre-se que existe uma alternativa eficaz e não invasiva.

Dra. Luciana Gallo - Fisioterapeuta Especialista em Estética

Clipping

Aumento peniano

Pacientes submetidos a cirurgias para aumento peniano apresentam um alto grau de insatisfação com o procedimento, que está associado com um limitado aumento objetivo (cerca de 1,3 cm). Atualmente as indicações de cirurgias de aumento peniano são bastante limitadas: são indicadas para pacientes que sofreram amputações penianas ou aqueles com diagnóstico de micropênis (tamanho inferior a 7 cm em ereção), em que haja incapacidade de penetração. Nestes casos, qualquer aumento no tamanho peniano poderá trazer vantagens para o paciente. As técnicas cirúrgicas básicas se baseiam na liberação do ligamento suspensor do pênis, na injeção de gordura ou substâncias sintéticas na pele peniana (aumento de diâmetro) e na lipoaspiração da gordura pubiana. A escassa literatura médica sobre o assunto descreve um aumento peniano que varia de 1 a 4 cm. Os procedimentos cirúrgicos propostos para aumentar o tamanho do pênis ainda estão em desenvolvimento. São técnicas que têm eficácia contestada porque o grau de satisfação com o resultado final está mais associado aos critérios subjetivos -percepção individual do paciente- do que aos critérios objetivos -medidas do pênis. (Fonte: André Guilherme Cavalcanti, urologista e Primeiro Secretário da Sociedade Brasileira de Urologia).

SERVIÇO
Instituto de Medicina e Estética - IME
SEPS 714/914 - Bl. C - Ed. Santa Maria - Salas. 101/134
(61) 3346-0306