
No domingo, por volta das 14h, as redondezas do Bosque Botafoto, na Avenida Araguaia, em frente ao parque Mutirama, já estavam repletas de pessoas que iriam acompanhar a parada do orgulho e de curiosos em saber o que estava rolando por ali. Em quanto isso os dez trios elétricos de empresas do segmento e ONGs se organizavam.
Mais uma vez o Fórum ONGs Aids de Goiás foi quem planejou o evento. Mas dessa vez, à frente da organização estava Dolly Soares, nova presidente que assumiu o cargo no lugar de Léo Mendes. Satisfeita com o resultado da manifestação, ela comenta que “foi muito bom ter conseguido apoio político. A parada é uma festa para a valorização da dignidade da pessoa”.
O lema foi ‘normal é ser diferente’ e, assim, ao mesmo tempo que os militantes espalhavam o discurso contra a homofobia, o machismo e o racismo era citado. “Negros e mulheres devem ser respeitados como os gays também devem e qualquer ser humano”, defendeu Marcos Queyroz, da organização.
Às 17h, Letícia Marques, presidente da ONG Laços, deu início ao caminhar dos trios. Dois DJs brasilienses também comandaram o som: Vilson Santos e Hugo Siqueira. A drag madrinha da parada foi Pablini Piovanni, de Goiânia mesmo, que recebeu a top darg Dimmy Kieer. Os políticos que prestigiaram o evento foram as vereadoras Marina Santana e Cidinha, e o deputado federal Mauro Ruben.
Após percorrer as avenidas Araguaia e Tocantins, o público retornou ao Bosque Botafogo para se dissipar e se dividir entre as festas que rolariam em seguida na Disel Lounge, Domingueira Millenium e Total Flex.