Só até o dia que não precisarmos mais disso
Às vezes dá vontade de deixar o ParouTudo de lado. Não pelo site, mas pela exposição que ele nos dá e pela maldade de algumas pessoas que se aproveitam disso para inventar histórias a nosso respeito.
Estou muito, muito, muito indignado com uma situação que tem me perseguido injustamente desde o ano passado. Não me perguntem o que é. Mas nesta semana, depois do sucesso da GLOW, a coisa ficou mais séria e estou triste. Juro que se esse não fosse meu sustento, deixava o trabalho com o segmento GLS de lado hoje. É tudo muito amador, maldoso, barra pesada. Minha irritação é tamanha que desejo do fundo do meu coração que o Finíssimo (que vai bem, obrigado) consiga nos render dinheiro suficiente logo para eu deixar o ParouTudo na gaveta.
O motivo da revolta: mentiras sérias e distorções que um bando de gente maldosa está espalhando a nosso respeito. Se não envolvesse minha segurança e a das pessoas que trabalham comigo, juro que não daria importância, afinal nesses 5 anos já passamos por muita coisa. Agora a maldade está mais pesada, violenta.
Sou homem o suficiente para olhar na cara de cada um dos covardes que estão de conversa fiada por aí. Mas eles é que não são. Nem se apresentam a mim. Fogem. Disseminam o mal e se escondem.
Brasília já existia antes do site, mas muita coisa mudou. Às vezes fico pensando como ficaria a cidade se o ParouTudo resolvesse fechar as portas. Acho que eu teria mais paz, mesmo sabendo que a cidade perderia bastante, já que ninguém até agora se dispôs a fazer o que fazemos.
Ainda que existam empresários sérios e militantes que merecem nosso total respeito (e só por eles que nos mantemos de pé), a ala podre da categoria é de dar desgosto.
Porque nosso trabalho tem demanda de mercado e porque precisamos pagar nossas contas, vamos levando. Mas só até o dia que não precisarmos mais disso.
Boa noite, Tatá.
Menino, antes de tudo, quero lhe dar um abraço estrala ossos. Sabe, aquele abraço apertado de amigo, seguido de um: “Acalme-se, que tudo logo passa!”. Tatá, não sei o que houve, as histórias inventadas, as mentiras e perseguições, mas percebi a gravidade delas no “post” desabafo.
Nunca lhe conheci pessoalmente, nem a você, nem ao Thigs, Pedrito, Rick, César, Celso, Lips e a equipe do “Paroutudo”. A única impressão que tenho é a virtual. E, mesmo nessa relação pouco próxima, este site já me acompanha a tanto tempo…rs…Conheci por indicação de um amigo e foi de certa forma uma porta aberta para o país de Alice.
Desde o layout antigo, das colunas da Gongadora, da Pamela, da Agua Suja, dos Blogs dos Pupilos, dos textos escritos pelos leitores, dos vídeos de vocês dançando fantasiados na Garagem, de Thigs como Morango Luxo, da “Bee” imitando a Vanessa Camargo no “Altas Horas”..kkkk…“Paroutudo” é, para mim, mais do que um site destinados a homossexuais, é uma história. Mostra o amadurecimento do ambiente GLS, a transformação.
Foi onde peguei no pé dos Meninos por causa da Língua Portuguesa, onde me fiz de chato, onde disse o que pensava, onde discuti virtualmente por causa dos preços elevados na Festa da Lili para espantar os populares. Se, algum dia, vocês decidirem terminar com este site. Será muito triste. Porque se vocês não precisarem mais dele, tem gente que precisará. E, nesse fato, é onde residiria uma imensa saudade.
Ah! e sobre mentira, inveja são só repetições humanas…alguns “ondes” a mais…onde pessoas incompetentes se fiam para tentar magoar outras.
Abraços a todos =)
Cai não querido. É isso que eles querem. E em todos os lugares que você for vai ser igual. A não ser que você vire padre. Mas acho que até em monastério rola puxação de tapete.
De fato, o sucesso causa inveja… Thales Sabino, francamente, você é superior a tudo e todos que tentam prejudicá-lo. Não se deixe vencer!
Imaginar a comunidade LGBT de Brasília sem o Paroutudo é o mesmo que imaginá-la sem a Praça dos Três Poderes. Nós sempre precisaremos disso.